Vc é a favor da proibição de inibidores de apetite como dietilpropiona, femproporex, manzidol e sibutramina? | Beleza e Medicina Alternativa | página 10

Vc é a favor da proibição de inibidores de apetite como dietilpropiona, femproporex, manzidol e sibutramina?

Comentários

HOJE É O DIA "D"!!!!

Pessoal, hoje dia 22/08 será o dia da votação na câmara do deputados sobre a aprovação da comercialização dos remedios para emagrecer, vamos acompanhar pelo site da câmara ou mesmo no facebook do dep. Luiz Henrique Mandetta, onde muitas pessoas estão se unindo e combrando uma resposta do dep que é o presidente da comissão onde estará havendo a votação, segue abaixo os links:

http://www.camara.gov.br/internet/tvcamara/?lnk=TRANSMISSAO-COMISSAO&selecao=VIVOCH16&nomecomissao=Tv%20Câmara
http://www.facebook.com/LHMandetta

Pessoal vamos nos unir e fazer pressão em cima do governo, pois só assim teremos nossa medicação de volta.
"Uma andorinha não faz verão"
Boa sorte a todos!!!

FABIANA

anvisa

Pode ser que os doutorados da anvisa , tenhan feito alguma pesquisa e perceberam o grande erro que cometeram , mas se continuarem é porque querem mesmo que pessoas com esta maldita doença cronica morra , pois deixar sibutramina como alternativa é palhaçada deste grupinho !!!!!
Autoridades , parlamentares , médicos enfim....... contamos com voces para nos salvar ., dos lobos (anvisa) . Amém !

Hoje 22/08/2012 pode ser que termine nossa tortura !

Lisandra klug

lisandra klug

Concordo plenamente com a lisandra klug ,lembrando que é mais facil comprar cocaina e crak do que os remedios que ajudam de fato pessoas que são obesas e necessitam desses medicamentos para não entra em depressão por causa do corpo pesado e as inumeras doenças que isso traz,tem um monte de gente por ai fazendo redução de estomago sem necessidade ,só eu conheço duas que engordaram pra caramba só pra fazer a tal cirurgia A ANVISA não está pensando no bem estar das pessoas mesmo!!! tem gente ai "ANVISA" que ta usando crack pra emagrecer ´SERÁ QUE É ISSO QUE VCS QUEREM?

Todo extremismo faz mal

Não se pode proibir um medicamento tão necessário no tratamento da obesidade....

Uma saída para essa questão seria um maior controle na venda desses medicamentos. Agora, passar por cima da classe médica, ignorando sua opinião, comprometendo os tratamentos desenvolvidos, de fato, isso sim deveria ser proibido!!!

a volta dos remedios para emagrecer

e´´ isso ai minhas amigas vamos nos unir juntas vamos conseguir nosso remedios de volta.

contra

Axo que todo addulto e responsavel pelos teus atos,podem escolher entre beber, fumar ou tomar o remedio q quer, sabendo que podem serm prejudicados o problema e de casa um, pq essa anvisa nao tenta proibir coisas piores,,,tem remedios bem piores e no entanto nao proibe, mas o seguinte estes nao dao lucro para o governo, entao pra que deixa no mercado? como o governo so pensa neles o resto q se exploda..Liberem, e cada um assuma sua resposnabilidade, em tanto tempo de uso nao ouvi falar q matou as pessoas, como alcool, droga e ate outros considerados menos perigosos...

Votação

Como fazemos para acompanhar a votação... o resultado ?

posicao do conselho de medicina antes da proibicao

Posicao do cfm se os Inibidores de Apetite Forem Proibidos

O Conselho Federal de Medicina (CFM) lançou, em nota pública, um alerta à sociedade e aos profissionais de saúde “sobre os riscos de uma possível suspensão do comércio de inibidores de apetite no país. A medida está sendo discutida no âmbito da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)”, afirma o Conselho.

O site do CFM publicou a nota acompanhada da informação de que o documento foi enviado ao Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, aos presidentes da Câmara e do Senado “e a outras autoridades com o intuito de ampliar as discussões, evitando maiores prejuízos ao bem estar da sociedade”.

Segundo a notícia, “nos últimos meses, as entidades médicas participaram de vários debates e reuniões sobre o assunto junto à Anvisa, mas entendem que seus argumentos têm sido desconsiderados. Neste contexto, o CFM considera a adoção da medida um ato unilateral e autoritário que interfere na autonomia dos médicos e dos pacientes, além de colocar milhões de brasileiros em situação de risco para a saúde”.

Veja a íntegra da nota pública do CFM:

NOTA AOS MÉDICOS E À SOCIEDADE
INIBIDORES DE APETITE
CFM em defesa do direito dos médicos e dos pacientes

Tendo em vista a possível proibição do comércio da sibutramina e de outros três inibidores de apetite (anfepramona, femproporex e mazindol), medida defendida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), e crescente epidemia de obesidade que assola o país (o IBGE aponta que 12,5% dos homens e 16,9% das mulheres apresentam este quadro), o Conselho Federal de Medicina (CFM) e os 27 Conselhos Regionais de Medicina (CRMs) manifestam publicamente seu posicionamento pelos seguintes motivos:

A interdição da venda dessas substâncias representa uma interferência direta na autonomia de médicos e de pacientes na escolha de métodos terapêuticos reconhecidos cientificamente para tratar problemas graves de obesidade;
Os médicos têm o direito de – dentro de práticas reconhecidas e segundo a legislação vigente - prescrever o tratamento adequado, em acordo com seu paciente, sendo o uso de medicação específica uma possibilidade;

A confirmação dessa medida pode contribuir para o agravamento de quadros de saúde de pacientes com dificuldade de reduzir o peso corporal apenas com adoção de dietas e da prática de exercícios, abordagens importantes, mas nem sempre suficientes;

A impossibilidade de uso dessas substâncias pode ainda agravar doenças já diagnosticadas e aumentar o risco de aparecimento de outras, que, em casos extremos, podem causar a morte de milhares de brasileiros que lutam contra o peso acima dos padrões da normalidade;

As entidades médicas participaram ativamente de reuniões e debates na Anvisa onde expuseram seus pontos de vista, no entanto seus argumentos têm sido desconsiderados, o que pode redundar em medidas unilaterais e autoritárias, como suspender o uso de inibidores.

Tal ato pode, inclusive, provocar outros problemas para a sociedade, entre os quais o nascimento de mercados paralelos para suprir a demanda de pacientes, expondo-os aos riscos do consumo de fármacos sem supervisão médica e aos avanços do tráfico de drogas;

Importantes estudos internacionais comprovam a eficácia dos inibidores de apetite, sendo atestado que seu uso resulta em maiores benefícios que riscos para pacientes;

Em lugar de apenas proibir a venda desses produtos, o CFM, os CRMs e outras entidades médicas já propuseram à Anvisa a definição de critérios rigorosos para controle do seu comércio, como já ocorre com outras substâncias.

O CFM e os CRMs continuam abertos ao diálogo e se colocam à disposição para ajudar no preparo de campanhas do governo que orientem profissionais e pacientes sobre o uso racional desses produtos, sem a necessidade de proibir sua comercialização no país. Contudo, as entidades médicas ressaltam que recorrerão à Justiça, se for preciso, para preservar a autonomia dos médicos e proteger a saúde dos brasileiros.

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estudos sobre custos da obesidade

SUS
BMC Public Health publica estudo sobre custos de doenças ligadas ao sobrepeso e à obesidade no Brasil.

Custos de Doenças Ligadas à Obesidade para o SUS

Artigo publicado recentemente no jornal científico BMC Public Health, voltado para os aspectos epidemiológicos das doenças, revela que o custo total, para o SUS, estimado para um ano com todas as doenças relacionadas ao sobrepeso e à obesidade – câncer, diabetes e cardiológicas - é de US$ 20.152.102.171. As hospitalizações custam US$ 1.472.742.952, e os procedimentos de ambulatório, US$ 679.353.348.

O artigo, realizado na Universidade do Estado do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) por uma equipe de especialistas , teve seus dados coletados entre 2008 e 2010. Trata-se de um dos raros estudos sobre o assunto no país.

O trabalho começa com uma constatação: nas últimas décadas, a obesidade avançou para uma epidemia global. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estimou, em 2005, que aproximadamente 1,6 bilhões de adultos estavam acima do peso e, ao menos 400 milhões, eram obesos. A OMS também previu que, até 2015, cerca de 2,3 bilhões de adultos estarão acima do peso e mais de 700 milhões serão obesos. No Brasil, duas pesquisas nacionais da população adulta mostraram que a taxa de sobrepeso e obesidade cresceu, nos últimos quatro anos, de 43% para 48.1% e de 11% para 15% para o sobrepeso e a obesidade, respectivamente.

O sobrepeso e a obesidade são fatores de risco para doenças crônicas, como câncer, diabetes e doenças relacionadas ao coração que, por sua vez, são responsáveis por despesas com a saúde, deficiências e morte. O número estimado de obesidade levando ao câncer é alto e inclui câncer no pâncreas, cólon, seios e endometriose.

Os custos econômicos com obesidade têm se tornado preocupantes nos últimos anos. O custo de uma doença pode ser medido pelo impacto financeiro no sistema de saúde (custos diretos) e pela perda da produtividade e qualidade de vida (custos indiretos) da sociedade e do indivíduo.

A obesidade se mostra o maior desafio da saúde, especialmente em países em desenvolvimento como o Brasil, e os custos são substanciais, mesmo que desconhecidos na maior parte dos sistemas de saúde. O objetivo principal do estudo é fornecer uma estimativa dos custos diretos associados nos cuidados de ambulatório e hospitalização de pacientes acima do peso e obesos na perspectiva do Sistema Único de Saúde (SUS).

Sobre os Métodos

· Risco Atribuível à População(Population attributable risk -PAR)

Orisco atribuível à população é a proporção de incidência de uma doença na população devido à sua exposição a um fator particular de risco. Ele mede a incidência de uma doença que seria erradicada caso sua exposição a essa população fosse suprimida.

Dois grupos foram utilizados para a estimativa do PAR: indivíduos acima do peso (Índice de Massa Corporal 25-29kg/m2) e obesos (IMC ≥ 30Kg/m2).

As doenças relacionadas foram selecionadas para o cálculo do PAR caso sua relação com o sobrepeso e obesidade seguisse os seguintes parâmetros: risco relativo (Relative Risk - RR) ≥ 1.20 ou RR ≥1.10 e <1.20, e se mostrassem em alta taxa no sistema de cuidado médico.

· Fontes de estimativas de risco relativo

Primeiro, os especialistas procuraram por meta-análises que apresentassem estimativas de risco relativo (RR) da presença de sobrepeso e obesidade. Então, buscaram um grande número de estudos publicados depois do período relacionado às meta-análises. Conduziram uma busca em duas fontes de informação, Medline and Scopus.

· Fontes populacionais para a estimativa

Os índices de sobrepeso e obesidade por indivíduos de 18 anos ou mais foram obtidos por uma análise nacional, recente, chamada estudo VIGITEL, que realizou entrevistas telefônicas com 54.339 indivíduos, 20.764 homens e 33.575 mulheres. Esse estudo fez o uso de autorrelato de peso e altura para o cálculo do Índice de Massa Corporal (IMC). A pesquisa, então, apresentou as taxas de sobrepeso e obesidade separadas por gênero.

· Estimativa de custos

A fonte de dados DATASUS foi utilizada para a estimativa do custo anual do Sistema Único de Saúde brasileiro (SUS) com doenças relacionadas à análise. Essa fonte de dados oferece o valor que o governo destina às organizações que se dedicam ao cuidado com a saúde pública (ambulatórios e hospitalizações). Os valores extraídos do DATASUS foram separados por sexo, tipo de serviço (ambulatórios e internações) e ano. Os resultados foram coletados de 2008 a 2010 e refletem a média desses três anos.

Os Resultados

A influência do sobrepeso e da obesidade nas doenças selecionadas variam muito, de 2% para o câncer de mama (sobrepeso) a 66.43% para diabetes mellitus tipo 2 (obesidade).

O custo total estimado para um ano com todas as doenças relacionadas é de US$ 20.152.102.171. As hospitalizações custam US$ 1.472.742.952, 68.4% do total e os procedimentos de ambulatório, US$ 679.353.348.

Utilizando o PAR, o sobrepeso e a obesidade contribuem com uma porcentagem entre 6.28% a 14.3% desses custos de acordo com o sexo, pacientes de ambulatório ou hospitalizados e a presença de sobrepeso ou obesidade.

Os custos de hospitalizações por obesidade são maiores para os homens (US$ 47 milhões para US$ 46 milhões), porém o PAR foi menor do que o das mulheres. A situação inversa acontece com os custos de procedimentos ambulatoriais, os homens apresentam um PAR muito mais alto, porém um total de gastos menor (US$ 12 milhões para 18 milhões).

A análise estratificada por grupos de doenças mostra que os maiores custos (cuidados ambulatoriais e hospitalização, nos dois sexos) foram de doenças cardiovasculares (US$ 747 milhões), seguidos por neoplasia relacionada ao sobrepeso e obesidade (US$ 299.8 milhões, majoritariamente nas mulheres 79.5%),asma (US$ 34 milhões), diabetes mellitus (US$ 23.7 milhões) e osteoporose (US$ 3.9 milhões). A maior parte dos custos com doenças cardiovasculares são devido a doenças coronarianas (60,5%).

Estimativas Conservadoras

Os custos estimados com doenças relacionadas ao sobrepeso e obesidade atingem quase US$ 2.1 bilhões por ano. Usando o PAR a equipe conseguiu estimar que aproximadamente 10% desses custos são referentes apenas a casos de sobrepeso e obesidade.

As estimativas de custo direto reveladas são, de modo geral, conservadoras. Os recursos oferecidos pelo Sistema de Único de Saúde (SUS) são claramente vistos como estimativas escassas dos verdadeiros custos necessários com a saúde, como é mostrado em alguns estudos brasileiros de custos com doenças, que expõem gastos muito maiores do que os recursos oferecidos pelo SUS.

Se custos indiretos - como dias de trabalho perdidos por causa de doenças, incapacidade, desembolso com despesas e cuidados com a casa - fossem incluídos, os números seriam bem mais altos. Além do mais, esse estudo foca somente no custo com os cuidados oferecidos por hospitais públicos. Concluiu-se que os custos reais no Brasil seriam logicamente maiores do que os mostrados na pesquisa, se os custos de planos de saúde particulares fossem incluídos.

Os custos com as mulheres foram maiores do que com os homens, devido principalmente, àsdespesas com consultas (73.3% para 26.7% no custo total, para mulheres e homens, respectivamente). A diferença dos índices de sobrepeso e obesidade no Brasil é muito pequena entre os sexos e as mulheres mostraram quase a metade do PAR para as doenças selecionadas em relação aos homens, sugerindo um maior uso do sistema de saúde para o grupo feminino.

Problemas cardiovasculares e diabetes mellitus, doenças com alto índice de morbidade e mortalidade são responsáveis por um número significativo de hospitalizações e de despesas no Brasil. Essas duas condições são relacionadas à obesidade e, provavelmente, sua prevalência e seriedade poderiam ser reduzidas com a diminuição dos índices de obesidade.

O segundo grupo de doenças com os maiores custos ao sistema público de saúde foram as neoplasias. Com a atual tendência à obesidade no envelhecimento da população, o aumento de casos de câncer e os custos envolvidos nisso serão enormes. Os gastos com hospitalizações são geralmente os mais recorrentes e contribuem para os maiores custos para os sistemas de saúde.

A despesa total relacionada às hospitalizações de brasileiros em idade adulta (ano de 2010) acumulou em US$ 4.5 bilhões. Estima-se que 32.9% dos casos são de doenças relacionadas à obesidade e aproximadamente 11% desses custos podem ser atribuídos diretamente ao sobrepeso e à obesidade.

A estimativa dos custos com doenças relacionadas à obesidade foi equivalente a 0.09% do produto interno bruto brasileiro, em 2010. Similarmente, uma análise recente na Europa, que incluía os custos diretos e indiretos, avaliou que as despesas ligadas à obesidade abrangem em torno de 0.09% a 0.61% do PIB anual do rendimento da Europa Ocidental.

No Reino Unido, uma análise de custos com sobrepeso e obesidade demonstrou que essas duas condições foram responsáveis por 7.3% da morbidade e mortalidade, contribuindo para £3 bilhões dos gastos diretos no sistema público de saúde (4.6% do gasto total em 2002).

Durante os últimos 20 anos, houve um crescimento drástico de obesidade nos Estados Unidos. No ano de 2010, nenhum estado apontava um índice de obesidade menor que 20% e 12 deles tinham uma prevalência de 30% ou mais. O custo com cuidados médicos com a obesidade, nos Estados Unidos, totalizaram US$147 bilhões, em 2008.

Uma análise recente oferece uma visão geral do impacto econômico dessa epidemia de obesidade, como também mostra os altos gastos com despesas médicas (obesos gastam de 36 a 100% a mais do que pessoas com peso médio em remédios controlados), absenteismo e queda de rendimento no trabalho, que são dois terços mais altos, e o aumento de gastos com seguro desemprego e seguro por invalidez.

Há um consenso ao longo desse levantamento de que os custos médicos associados com a obesidade são substanciais. No entanto, há diferenças importantes entre esses estudos. Fatores possíveis que podem afetar a diferença nessas estimativas de custos são: metodologia, categorias de custos analisadas (custos médicos relacionados ao diagnóstico e tratamento), pesos diferentes para cada categoria, idade do grupo analisado e fontes de dados. Essas discrepâncias fazem com que seja difícil a comparação dos resultados em cenários diferentes.

Esse estudo oferece uma estimativa do impacto econômico de doenças relacionadas à obesidade e ao sobrepeso para o sistema público de saúde brasileiro. O conhecimento desses gastos será útil para análises econômicas futuras voltadas à prevenção e tratamento e também de novas pesquisas para o desenvolvimento de novos medicamentos. Isso pode ajudar na redução de despesas de cuidados médicos relacionados à obesidade no Brasil.

relato de um mestre em obesidade

Lobo e o Cordeiro (ou a Anvisa e Nós)

Uma das fábulas de La Fontaine relata o episódio do lobo que encontrou um cordeiro bebendo água de um rio. Querendo devorá-lo, mas procurando razões para o seu intento, o lobo fez uma acusação contra o cordeiro, que se defendeu. Isso se repetiu por duas vezes. Após a terceira argumentação, o lobo decidiu devorar o cordeiro, mesmo que não encontrasse nenhuma razão, a não ser a vontade de satisfazer sua voracidade.

Moral da fábula: os poderosos sempre fazem prevalecer sua razão (ou o mal pode vencer o bem). É esta a metáfora que no meu entender se aplica à decisão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) de proibir a comercialização dos remédios para emagrecer (sibutramina, anfepramona, femproporex e mazindol).

Decidida a proibir os medicamentos, mas tentando mostrar benevolência com a comunidade médica, a Anvisa organizou várias reuniões em Brasília para discutir o assunto, alegando querer ouvir os argumentos contrárias à proibição.

Entre várias associações médicas, a Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (ABESO), a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), e outras entidades representadas por professores de várias universidades, mostraram dados científicos e experiência pessoal mostrando que os remédios são necessários, pois modificar estilo de vida frequentemente falha em obesos e que eles são seguros, particularmente quando bem indicados.

Esses dados, incluindo a análise e crítica bem elaborada sobre a Nota Técnica emitida pela Anvisa, foram mostrados em todas as reuniões, em que estiveram também representantes do Conselho Federal de Medicina, da Associação Brasileira de Medicina, da Sociedade Brasileira de Psiquiatria, da Sociedade Brasileira de Cardiologia, entre outras.

Apesar disso, a sensação dos colegas que defenderam os medicamentos é que os representantes da Anvisa em nenhum momento pareceram ao menos minimamente abalados com os nossos argumentos.

Baseados numa interpretação pessoal dos estudos publicados (que foram rebatidos ponto por ponto pelos especialistas) e no medo da venda indiscriminada dos remédios, os membros da Anvisa decidiram que darão o resultado de suas conclusões em breve, mas que os remédios serão proibidos. Ou seja, darão a conclusão do que já está concluído!

Assim como na história do lobo e do cordeiro, tudo leva a crer que o lobo (Anvisa), qualquer que seja o argumento utilizado pelo cordeiro (nós, classe médica interessada em tratar adequadamente nossos pacientes), vai realizar o seu desejo (proibir os remédios para emagrecer). O mais triste dessa fábula é que os grandes derrotados não seremos nós, mas os milhões de obesos que vêm se beneficiando ou poderão se beneficiar destes medicamentos.

Dr. Alfredo Halpern – Professor Livre-Docente da Universidade de São Paulo (USP) e chefe do Grupo de Obesidade e Síndrome Metabólica do HC-FMUSP; ex-presidente da ABESO e membro da entidade.

proibição da anvisa

Será que nenhum dos responsáveis pela proibição é ou já foi obeso na vida ou nem ao menos conhece ninguém que seja. Por causa de alguns imbecís que usam o medicamento de maneira errada, quem realmente precisa sofre. E aí governantes, vcs sabem oque é não se sentir mais uma mulher e sim um ser feito de tristeza? E não, eu não tenho depressão, só dependia desse medicamento por ter uma disfunção que me deixa gorda. Muito obrigada. E saber que somos nos que colocamos vcs no poder.
Debora Cristina Dias

votação

Pessoal, dia 08/08 não teve a votação da volta dos remedios na camara por conta da nobre Dep. Benedita da Silva que resolveu tirar da pauta. O Dep. Luiz H.Mandetta, confirmou ontem no seu face que dia 22/08 entrará na pauta novamente a votação dos remédios.
Pessoal, tem vários facebooks onde podemos entrar e deixar msgs. pois só mobilizando um grande número de pessoas poderemos fazer pressão no governo para que voltem a vender nossos medicamentos segue alguns links abaixo:
http://www.facebook.com/LHMandetta
http://www.facebook.com/pages/ANVISA/236863823030569
http://www.facebook.com/pages/Comiss%C3%A3o-de-Seguridade-Social-e-Fam%C3%ADlia/217467701703252
deixem msgs criticando e pedindo para a volta dos remedios…
boa sorte a todos!

inibidores

Em nome de centenas de pessoas que necessitam desta medicaçao , imploramos pela nossa saude , nosso trabalho , nossa familia que acompanha nosso sofrimento dia a dia sem poder fazer nada , dia 22/08/2012 por favor liberem nossa medicaçao !!! estamos morrendo nao é possivel que autoridades permitam , onde esta a democracia ? muitos ja perderam empregos por estarem depressivos e sem auto estima , penssamos até em morrer , quem vai pagar nossas contas ? vamos pedir indenizaçoes para a anvisa que nos deixou com sibutramina que nao resolve nada , apenas nos deixa mais depressivos , meu Deus alguem precisa tomar uma atitude , contamos com a pauta 2431/11 do Dr Felipe Bonier , e esperamos que a Benedita nao nos prejudique mais , e os ignorantes da anvisa que deixem em paz as pessoas com esta doença que é cronica , vao estudar e ai sim saberam que estao nos matando .
horario 12:30 dia 22/08/2012 pode ser nossa salvaçao . AMEM

Lisandra

Ajudar a manter a saúde

Esses medicamentos são eficazes a medida que auxiliam no processo de emagrecimento, evitando, assim, doenças graves..... É um absurdo a proibição... É um extremismo!!!

Liberação da anfepramona

Eae, Senhora Benedita da Silva !!!! Sempre disse que era a cara do povo Brasileiro, esse povo está precisando da senhora e agora pula a pauta que isso!!!!! Acorda Brasil....

bom saber

Muito bom saber os nomes dessas pessoas que dizem que ajudam e fazem um furo desses!!!

Isso está complicado!!

Realmente deve envolver muitos valores...é a única explicação!!

dia 22/08/2012 votacao para

dia 22/08/2012 votacao para volta dos anorexigenos na comissao de seguridade social e familia

Anfepramona

Gostaria de saber se tera votaçao para volta dos inibidores de apetite dia 22/08/2012 ? por favor alguem pode me dar informaçoes ? obrigada ,lisandra.

anfepramona

a proibição é um retrocesso da inteligência! alguém pesquisou e descobriu a fórmula.Um outro alguém qualquer não aprova a descoberta cientifica de outra pessoa e simplesmente proíbe............Será que é porque o custo do medicamento não é alto?Deve ser!

volta a anfepromona

Falta de Opção

De acordo com o levantamento do Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos do Estado de São Paulo (Sindusfarma), feito a pedido do jornal O Estado, a venda dessas quatro drogas aumentou acima do crescimento do mercado. Isso mostra que a falta de opção de remédios para emagrecer tem feito médicos as prescreverem.

Para se ter uma ideia, o anticonvulsivante topiramato teve seu consumo elevado em 64% no primeiro semestre deste ano em comparação com o mesmo período de 2010, antes da Anvisa proibir três dos medicamentos usados para emagrecer (anfepramona,femproporex e mazindol).

Lentidão cognitiva, diminuição do raciocínio, esquecimento de palavras em um discurso e malformação fetal (risco de lábio leporino) estão entre os principais efeitos colaterais do topiramato.

Em setembro do ano passado, apontada em uma revista como droga “milagrosa” para perder peso, aliraglutide, recomendada para tratamento do diabetes e vendida com o nome de Victoza, obteve uma explosão de vendas.

Já o antidepressivo bupropiona cresceu 54,6% nos seis primeiros meses de 2012 em relação ao mesmo período de 2010, segundo a reportagem de O Estado de São Paulo.

Ainda na reportagem, a metformina, indicada para diabetes, teve o maior aumento: 100%. Mas essa porcentagem pode ser explicada porque o medicamento passou a ser fornecido de graça na Farmácia Popular.

volta a anfepromona

ONU é contra banimento de remédios emagrecedores
Relatório divulgado pelo órgão multinacional se opõe à proposta da Anvisa
Relatório divulgado nesta quarta-feira pela Organização das Nações Unidas (ONU) recomenda que os remédios inibidores de apetite continuem liberados para fins medicinais. O documento defende ainda forte controle sobre a venda e a prescrição dessas drogas. O relatório foi produzido para a ONU pela Junta Internacional de Fiscalização de Entorpecentes (Jife), órgão independente para a implementação das Convenções Internacionais de controle de drogas.
O posição da ONU deixa a Agência Nacional de Saúde (Anvisa) em posição ainda mais isolada. A agência reguladora brasileira tenta banir esses medicamentos do mercado nacional, argumentando que eles trazem mais riscos do que benefícios. Como mostrou reportagem especial de VEJA da semana passada, os médicos admitem que esses remédios embutem riscos — como qualquer medicamento, aliás. Mas alegam que, ao optar pela proibição, a Anvisa confunde efeitos colaterais com contraindicações específicas a determinados grupos de pacientes. Ou seja: é possível controlar os riscos a partir do acompanhamento do histórico, da evolução dos pacientes e da fiscalização rigorosa da comercialização dos produtos.
O relatório da Jife divulgado pela ONU defende posição anterior do governo brasileiro, adotada em 2010. Naquela oportunidade, estabeleceram-se no país novas regras para fortalecer o controle sobre a produção, importação, venda e prescrição da anfetamina, uma das subtâncias emagrecedoras. O documento incentiva ainda o país a seguir aprimorando sua legislação com o intuito de fazer com que todas as drogas anorexígenas sejam usadas exclusivamente para fins medicinais, evitando a prescrição indiscriminada.
Por ora, a decisão da Anvisa sobre o banimento dos emagrecedores está suspensa. Durante audiência pública realizada no dia 23, a Anvisa discutiu a proposta de banir os anorexígenos, que incluem a sibutramina e três derivados da anfetamina (anfepramona, femproporex e mazindol), a exemplo do que já é feito na União Européia e nos Estados Unidos. O parecer final sobre a audiência pública, ainda em processo de análise, não tem data para ser divulgado.
A assessoria de imprensa da Anvisa informou que a agência ainda não tem posição oficial sobre o relatório da ONU.

Documento recomenda que remédios inibidores de apetite continuem liberados para fins medicinais, e defende forte controle sobre a venda e a prescrição dessas drogas.

acabei de ver isso no fecebook do dep luiz mandeta

anfepramona

Precisamos nos unir pra volta dos remedios, ate a Benedita da Silva tirou da pauta de votação, isso é um absurdo, temos q mandar email, ficarmos em cima desses dep senao nosso remedio nao voltara, ai ficaremos doentes pra sempre, VAMOS LUTAR, E FORA DEP Q NAO ESTAO A FAVOR, SOMOS ELEITORES E ESSES DEP DEPENDE DE NOSSOS VOTOS, GENTE NAO SE ESQUECAM DISSO, SENAO NUNCA VAMOS CONSEGUIR NADA!!!! NAO PODEMOS TER MEDO, VIVEMOS NUMA "DEMOCRACIA, ISTO É SEI LA SE É DEMOCRACIA, TEMOS Q ESSES VAGUNDAS DA ANVISA FIZERAM, MAS VAMOS A LUTA GALERA, VAMOS TRAZER NOSSA SAUDE, ALEGRIA, DE VOLTA...........

É isso aí. Eu estou cada vez

É isso aí. Eu estou cada vez engordando mais. Tentei outros medicamentos como: Bup, uninaltex, sibutramina e nada adianta. Mesma coisa de água. SOCORRO... Só a anfepramona faz efeito pra mim. Sei q deve ter milhares de pessoas sofrendo como eu por não conseguir perder peso e não ter condições financeiras de uma redução de estomago. VOLTA ANFEPRAMONA JÁ.

proibição de anfetaminas

Absurdo ao quadrado,
a proibição e perseguição da ANVISA, deve ser encima da clandestinagem isso sim e não da população que faz o uso dos medicamentos com acompanhamento médico-profissionais.

População gorda!

Se é fato comprovado que a população mundial e a brasileira está inclusa, está GORDAAA, como a ANVISA proíbe um medicamento que ajuda e MUITO a melhorar essa triste estatística?.

Santa ignorância ...

Conversa com Deputado Mandetta

Conversa da minha amiga Rita com o deputado Luiz Henrique Mandetta ontem 08/08

22:08
oiiiboa noite dep. Luiz Henrique Mandetta, gostaria de saber pq a Dep, Benedita da Silva retirou da pauta a votacao, do dep Felipe Bounier sobre a volta da anfepramona, nao entendi issoobrigada.
Resp: Valeu Rita , acho que o projeto vai andar , caso o governo nao obstrua . Estou articulando um grupo de deputados para formar uma frente parlamentar das politicas publicas de obesidade para que medidas como esta. Da Anvisa nao sejam tomadas unilateralmente e depois de todo este trabalho para rever. O tema e de suma importancia para o pais. Espero sensibiliza-los.
Caro dep Mandetta, obrigada pela resposta, mas ainda continuo sem entender o porque a dEP BENEDITA DA SILVA , RETIROU DA PAUTA A VOTAÇÃO DO PROJETO DO FELIPE BOUNIER, DESCULPA PELA INSISTENCIA.
Resp: Porque o governo nao quer que o projeto seja apreciado . Quer que ele fique adormecido ate que as pessoas interessadas esquecam. E uma pratica comum quando eles nao querem assumir uma posicao , nao querem ter que votar "nao" . Entao deixam o projeto la . Se ninguem falar nada....mas nós como cidadaos brasileiros nao vamos deixar q isso acontece, vamos lutar e mto se for preciso....e os deps tbem tem q fazer o mmo, e o nosso querido dep Felipe Bornier nao pode deixar pra esse projeto, o e senhor dep nao deixem q nos esqueçam por favor!!!! obrigada!!!! [:)]
Valeu,
Fim da conversa no bate-papo

decepção...

Infelizmente nosso país é uma total decepção...pra num mandar um enorme palavrão aki...q é minha maior vontade!!! Manda a anvisa se preocupar com as verdadeiras drogas....cocaína, heroína, etc...e parar de se preocupar c o q trás paz de espirito p gente...será q existe algum menbro da anvisa q seja obeso ou depressivo? Axu q naum, né? Ou naum estariam se intrometendo tanto em algo q num tem nada haver...e aos políticos, abram seus olhinhos, pq a maioria da população está obesa...e nossos votos tbém valem, viu, e muito!!! Só naum deixem p se lembrar da gente, em época de eleições...A ditadura akbou...bando de desocupados...vão se preocupar c o q realmente interessa...a fome...a bandidagem...etc...Vamu acorda, cambadaaaaaa!!!!

votação

E eles não votaram. Vão fazer agente de palhaço.

meu remedio de volta

ola minhas amigas algem tem noticias da reuniaao de hoje sera qui liberarao os remedios. patricia obrigado

anorexigenos

que nos ferrou a benedita da silva que barbaridade votem no pt

Resultado da votação

Retirado da camara de deputados:
46 - PL 2431/2011 - do Sr. Felipe Bornier - que "proíbe a Agência Nacional de Vigilância Sanitária de vetar a produção e comercialização dos anorexígenos: sibutramina, anfepramona, femproporex e mazindol".
RELATOR: Deputado DR. PAULO CÉSAR.
PARECER: pela aprovação.
RESULTADO: Retirado de pauta a requerimento de Deputado Benedita da Silva.

Alguém sabe o que significa ???
Se alguém souber, por favor deixa a resposta aqui nessa página.
Obrigada !!!

Retirado de pauta a requerimento de Deputado Benedita da Silva

08/08/2012 Comissão de Seguridade Social e Família ( CSSF )
Retirado de pauta a requerimento de Deputado Benedita da Silva.

Rsultado

Alguém sabe se foi aprovado a liberação???

Remédios de volta!!!

GENTE!!!!!!!!!!!!!! VAMOS APOIAR Sr. Deputado Luiz H Mandetta, ele confirmou no faceboock que hoje, 08/08 será votado o projeto de lei do dep Felipe Bornier, que proibe a Anvisa de proibir a venda dos remedios para emagrecer!!!!Postem suas msgs no face do dep Mandetta,pessoal!!!! Vamos apoia-los!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
PRA ACHAR O FACEBOOK DELE, BASTA IR EM BUSCA, COLOCAR HENRIQUE MANDETTA E PRONTO!! É SO CURTIR E COMPARTILHAR!! VAMOS UNIR FORÇAS PESSOAL!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! DIVULGUEMMMMMMMMMMMMMMMMM!! NOS EUA É LIBERADO E PORQUE NO BRASIL NÃO PODE SER LIBERADO?! VAMOS A LUTA PESSOAL!!

anfepramona

pelo amor de Deus alguem sabe da votaçao?//////

volta a anfepromona

alguem sabe da votaçao??

anfepramona

gente , alguem sabe da votaçao?//////

e outra coisa
alguem sabe onde comprar fempr..... socorro
se alguem de confiaça souber me diz dai passo o meu e-mail..........

a volta do femproporex

08/08/2012 vai ser o dia mais feliz da minha vida .a volta dos remedios femproporex

Volta dos remedios

Sr. Deputado Luiz H Mandetta, acabou de confirmar no faceboock que amanhã será votado o projeto de lei do dep Felipe Bornier, que proibe a Anvisa de proibir a venda dos remedios para emagrecer!!!!
Postem suas msgs no face do dep Mandetta,pessoal!!!! Vamos apoia-los!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Discordo

A obesidade é uma doença como outras tantas existentes.Os remédios para Cancer, Aids e outras doenças,que para as curarem acarretam insuficiência renal,hepática,tontura etc.
Tomo há muitos anos e nunca tive problema;pelo contrário, a indicação era de 2 vezes ao dia e tomava um só e me sentia muito bem.É verdade que vc ao deixar de tomá-lo,sente fome e volta a engordar.Isso acontece com uma pessoa que faz hemodiálise e se deixar de fazer pode morrer.Qualquer doença se não tratada pode levar à morte dessa pessoa.Conheço pessoas que sofrem de enxaqueca e tomam um número infindável de comprimidos por dia,isso também não é perigoso? Porque não proibem essa fábrica de operações bariátricas que o número de mortes na operação e depois dela é enorme,mas ninguém comenta e nem faz nada.Como a pessoa precisa pesar mais de 100 kilos, os médicos mandam que engordem para conseguirem fazer a operação.O perigo dela ficar na mesa não é maior?Estou com obesidade mórbida,não estou conseguindo andar porque estou com esporão de calcâneo e quanto menos ando mais engordo.Parei de fumar,faço regime e engordei mais 20 kilos.Será que a Anvisa me aconselha a voltar a fumar? Percebam, cada caso é um caso e muito particular.Somos obrigados a procurar na internet para encontrar os remédios que por vezes são falsos e aí sim podemos morrer.Eu ainda não consegui ninguém honesto que venda.Estou registrando em cartório minha situação, porque se morrer a Anvisa como orgão do governo terá que indenizar minha filha que só tem 22 anos e nenhuma família para cuidar dela.Quem é mais assassino,esses remédios ou essas pessoas da Anvisa que nem mesmo sabemos se médicos são? Outra opção é tentarmos buscar em outros países, que ao contrário do que a Anvisa diz,são utilizados,para as pessoas que precisam.É um outro nível e não um zé mané que arruma um cargozinho e sente-se no direito a desmandos.Espero só que um filho ou mesmo um deles não venha precisar de um remédio desses e acabe como nós, correndo risco de ter um infarto ou um AVC. Vou entrar com uma ação contra eles,pois preciso viver e não estou podendo trabalhar e cada dia será pior e o governo tem que me sustentar ao invés de deixar só alguns políticos mamarem.

Liberação da anfepramona

08/08/2012 Dia Nacional da felicidade... Queremos nosso medicamento de volta.

proibição da anfetaminas

poxa pessoal eu estava fazendo um tratamento no qual perdi 6kilos estava mais feliz de bem com a vida de repente a avisa veta o remedio,entrei numa depressão horrivel! ooo senhores deputados queremos a liberação da anfepramona já,agora!!!

a volta do femproporex

meu nome e´´ patricia ja faz 10 anos qui eu tomo o remedio femproporex eu era muito feliz ate o dia qui proibirao o remedio ..hoje estou com 20kilos a mais sera qui vai liberar mesmo todos os dias eu pesso para DEUS tocar nu coraçao di quem proibiu os remedios para liberar genti vamos nos hunir juntos nos vamos conseguir eu nao conheco ninquem qui morreu tomando este medicamento ao contrario hoje sim eu estou morta nem saiu mais de casa por favor anvisa liberam os remedios

anfepramona

estou muito depressiva com a falta do medicamento. estou com mais 10 quilos acima do meu peso. pois tomei o subitramina e nao prestou pra nada.

Volta dos medicamentos

Dia 08/08/2012 .Será votado no congresso a volta das anfetaminas!!!

08/08 - Será o "DIA D" para todos nós que necessitamos dos medicamentos.

Vamos ver a coerência dos deputados.Estamos nas mãos deles agora.

Já mandei e-mail para vários deputados...
Se não nos unirmos agora e mostrar para eles que os remédios são importantes e que...NÃO MATA NINGUÉM!!! ficaremos obesos e deprimidos até o final da vida.

Será que alguém conhece uma pessoa que morreu por tomar anfepramona, femproporex????

Eu conheço sim, várias pessoas que estão cada dia mais depressivas com o peso adquirido sem tomar o medicamento.

Mandem e-mail...vamos fazer barulho!!!
Temos até a próxima terça-feira para fazer alguma coisa.
Grata.
Nadia.

Volta dos medicamentos URGENTE!!

Eu e minha prima tomamos femprop. por muitos anos.
Agora com essa proibição repentina, sem ao menos nos dar um tempo para adaptação sem o medicamento, minha prima desesperada apelou para o mercado negro.

Comprou 3 caixas em um site.(pagou muito caro por sinal). As duas primeiras caixas não houve problema, mas a terceira, com a primeira cápsula, ela foi parar no CTI do hospital da cidade.

Ficou dois dias em observação...passou muito mal...posso dizer que fiquei com muito medo de acontecer algo mais grave.

As cápsulas foram para análise...

Urgente...Não podemos colocar nossa vida em risco dessa forma!!!
Peço por favor a volta dos medicamentos antes que o pior aconteça!!!

quero de volta sim

acho uma injustiça ,o que estão fazendo ,porq hoj em dia tem tratamento para tudo ,se a anvisa ,proibe como nos ficamos sem um tratamento adequado ,quero de volta simmmm.e os deputados tambem podem dar um jeito .por favorrr ajudem ai.

volta dos anorexigenos

QUARTA FEIRA = DIA 08/08/2012 .SERA VOTADO NO CONGRESSO PELA VOLTA DOS ANOREXIGENOS.ENTREM WWW.CAMARA.GOV.BR VEJA COMIISSOES PERMANTES A SEGUIR PROCURE COMISSAO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMILIA AI PROCURE POR MEMBROS LA ESTARA OS TRINTA E POUCOS DEPUTADOS QUE VAO VOTAR. VEJA SE TEM ALGUEM DO SEU ESTADO OU MANDE FAX(SUGIRO)PARA BRASILIA EXPONDO AS CONDICOES DE CADA UM DE NOS. A HORA E AGORA

Volta dos Anorexigenos

Ja vi e estou muito satisfeita, significa que a união faz a força, a votação da PL2431, é uma vitoria de todos nos e, vamos lutar para aprovar pois somos o povo e nossa voz tem que ser respeitada.

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